nem sei por onde começar..
começo então comentando que minha aluna fofa de fotografia, Carol, andou lendo esse blog quase todo, foi parar em 2010 se não me engano..e disse que eu coloco muitos pontos finais e não coloco letra maiúscula depois, daí fica tudo muito embolado. mas mesmo assim, pelo visto ela gostou. haha, senão não teria chegado tão longe na leitura.rs ;)
depois posso dizer que, sei lá. a vida vai bem em vários sentidos e média pra bad em outros tantos. tem hora que a gente cansa de tudo, inclusive de esperar. eu tô cansada em mtos aspectos..tão cansada que chego a desacreditar numa parada que é capaz de mover e de dar reviravoltas em vidas. desacredito no amor, na capacidade que tenho de sentir de novo essa coisa por outra pessoa.
hoje assisti com a Julia o filme francês 'a delicadeza do amor', que me lembrou o titulo de um livro incrível que andei lendo, que se chama 'tempo de delicadeza'. tirei algumas lições importantes, mas novamente nem sei por onde começar. haha,( observei mesmo na conversa com a Julia no bar, que eu tô mesmo perdida até nas minhas observações. quero dizer uma coisa, mas acabo não conseguindo alcançar a profundidade querida.ou me disperso e já engato outro assunto. tipo fiz agora.)
talvez eu seja assim mesmo..até com outras coisas. não to no eixo, to com sono e acho que hj definitivamente não era um dia certo pra tentar postar. durante esse post rolou ligação, mensagem, tirar a maquiagem, mandar orçamento..coisas que me distraíram e nem lembro mais o que eu queria dizer aqui a principio.
aliás, lembro sim, era alguma consideração sobre indiferença e um discurso sobre a rotina e pq as pessoas falam tão mal dela. enfim..vai ficar pra outro post.
vou dormir..beijos.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
eu e minha vó
sensação péssima, de derrota mesmo..quando minha avó, uma das pessoas que mais amo na vida..perguntou com aquela empolgação inocente que lhe é peculiar..'e aí minha filha, e os preparativos pro casamento?'
...
após o silêncio que pra mim durou a eternidade, ainda com a voz embargada de um choro contido, mas indisfarçável, retomei as forças pra responder o que era pra ela já estar sabendo, se eu não tivesse tido vergonha ou sei lá, de contar antes.
'acabou vó..'
'poxa...não sabia minha filha..mas é assim, vocês ainda vão voltar, ainda mais apaixonados, vai ver'
...
e o dia não foi mais o mesmo...e a gente não teve mais assunto direito. e até agora não consegui estabilizar de volta minha voz. ai vó..
sábado, 5 de maio de 2012
amor em minúscula
-vivemos não apenas em um mundo de impostura, mas, além do mais, cheguei a conclusão que é impossível compartilhar qualquer experiência.
-o que o leva a pensar assim?
-vou explicar com um exemplo:imagine que vou fazer uma viagem da qual não voltarei e você vai à estação de trem para se despedir.Se depois nos comunicarmos por correio ou por telefone e rememorarmos aquela despedida será pura impostura.
-por quê?
-não estaremos falando da mesma coisa, embora alimentemos a ilusão de que seja assim. As nossas recordações serão diferentes, quando não totalmente opostas. Você se lembra de um homem que se afasta em um trem e acena com a mão na janela. Eu, pelo contrário, me lembro de um homem que estava imóvel na plataforma e ia ficando pequeno. É a única coisa que podemos compartilhar: a sensação de que o outro vai ficando pequeno. É uma coisa que ecoa nas nossas emoções. Quando você se distancia fisicamente de alguém, sua presença em seu inconsciente se reduz progressivamente. Talvez, nesse sentido, o que aconteça em um nível ótico seja uma mera preparação para o que acontecerá na mente.
últimas páginas de amor em minúscula, de francesc miralles. sem o que dizer.
domingo, 8 de abril de 2012
sábado, 17 de março de 2012
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
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